Prevenção é questão de hábito

• Evite o consumo excessivo de alimentos com odor carregado como alho e cebola, café, gorduras e frituras, carnes, bebidas alcóolicas e cigarro;

• Faça pequenas refeições a cada três ou quatro horas. Ficar muito tempo em jejum altera a salivação;

• Tenha dieta balanceada, incluindo alimentos fibrosos, que favorecem a mastigação e a fabricação de saliva;

• Beba dois a três litros de água por dia ou mais, pois o ideal é que a saliva esteja sempre bem líquida, nunca pastosa;

• Comer uma maçã inteira, com casca, é bom para limpar a boca. Por ser dura, favorece a mastigação e produção de saliva. Tem fibras, na casca, o que também estimula a salivação. E seus componentes têm ação detergente e limpam a cavidade oral;

• O chiclete só é benéfico logo após as refeições, em apenas 15 minutos de mastigação intensa. Depois disso, favorece o refluxo do ácido clorídrico do estômago, contribuindo para o mau hálito;

• Faça uma boa higiene bucal, utilizando fio dental, escova de dente com cabeça compacta (pequena) e cerdas macias;

• Acrescente um limpador de língua na sua higiene diária para remover a saburra lingual – substância amarelada ou esbranquiçada que fica no final da língua, onde se depositam células descamadas da mucosa, bactérias e restos de alimentos. É um lugar de difícil limpeza, sendo importante o uso do limpador;

• Evite soluções para bochecho com concentração de álcool superior a 4%. O ardor não é sinal de que as bactérias estão sendo eliminadas da boca, tem apenas efeito psicológico. Ao contrário, o álcool resseca a boca, prejudicando a salivação;

• 32% dos portadores de halitose têm como causa principal alterações periodonais, como tártaro, piorréia e sangramentos na gengiva;

• Visite o dentista regularmente.

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